Cena de inverno ao amanhecer, com um lago congelado no centro, cercado por árvores cobertas de neve e névoa. Pássaros voam contra um céu colorido de rosa e laranja.

Nas sombras de um crepúsculo interminável, do vazio existencial, as palavras se perdem entre sussurros e o vazio. Nessa penumbra, uma alma à deriva encontra-se em sua própria existência enigmática. “Eu não sei como sentir, ou pensar, ou amar…” murmura ela, e essa é uma confissão arrancada das profundezas de um ser que se debate na névoa de si mesmo. Assim, ela busca compreender a melancolia que permeia sua solidão.


O Abismo da Mente

Ela é uma personagem espectral em uma narrativa ainda não escrita, flutuando suspensa e desfeita antes mesmo de tomar forma. É, em essência, a sombra de uma ideia, o rascunho de um capítulo que o destino se esqueceu de redigir. Embora pensamentos e sentimentos sejam seus eternos companheiros, eles lhe escapam, fugidios como a luz que se desvanece ao toque da noite.

Nos momentos de solidão, portanto, o existencialismo abraça o vazio, preenchendo-a com uma nova perspectiva. Seus pensamentos perdem toda a lógica, e suas emoções se desnudam de todo o sentimento. De repente, uma armadilha se abre sob seus pés, e ela cai através de um espaço infinito, uma descida sem direção ou sentido, onde a gravidade perde o nome e o propósito.


O Redemoinho da Alma

No centro desse abismo existencial, sua alma se torna um redemoinho negro, uma loucura que gira sem parar no vácuo. Assim como um turbilhão furioso que as águas do mar, suas profundezas rodam em torno de um nada absoluto. Nesse oceano tumultuado, flutuam fragmentos da existência que ela testemunhou: casas e rostos, livros e caixas, pedaços de músicas e ecos de vozes, todos capturados em um remoinho sinistro e sem fundo. Eis que o vazio é o lugar onde a fantasia sombria e o existencialismo se entrelaçam.


A Verdade Melancólica

E ali, no epicentro desse caos, ela reconhece sua própria essência. Não é mais do que um ponto fixo, o necessário centro ao redor do qual todo o universo parece girar. Afinal, a solidão se faz presente no abismo existencial de sua narrativa. Ela é o nada que sustenta a rotação, e sua existência se justifica apenas pela necessidade geométrica do abismo.

“Eu sou o centro que existe apenas porque todo o círculo precisa de um”, ela declara para o nada. De fato, é uma proclamação solene ao vazio que ressoa com a verdade melancólica de sua condição.


A Estranha Paz

Neste cosmos de desolação e beleza sombria, a personagem encontra uma estranha paz na aceitação de sua própria centralidade efêmera. Ela é tanto a criadora quanto a criatura de seu universo despedaçado. Dessa forma, ela tece a trama de um conto que talvez nunca venha a ser contado. Ainda assim, ela resplandece brevemente na escuridão antes de se dissolver no esquecimento, revelando a melancolia que acompanha sua jornada através desse eterno crepúsculo.Nas sombras de um crepúsculo interminável, as palavras se perdem entre sussurros e o vazio. Nessa penumbra, uma alma à deriva encontra-se em sua própria existência enigmática. “Eu não sei como sentir, ou pensar, ou amar…” murmura ela, e essa é uma confissão arrancada das profundezas de um ser que se debate na névoa de si mesmo. Assim, ela busca compreender a melancolia que permeia sua solidão.


O Abismo da Mente

Ela é uma personagem espectral em uma narrativa ainda não escrita, flutuando suspensa e desfeita antes mesmo de tomar forma. É, em essência, a sombra de uma ideia, o rascunho de um capítulo que o destino se esqueceu de redigir. Embora pensamentos e sentimentos sejam seus eternos companheiros, eles lhe escapam, fugidios como a luz que se desvanece ao toque da noite.

Nos momentos de solidão, portanto, o existencialismo abraça o vazio, preenchendo-a com uma nova perspectiva. Seus pensamentos perdem toda a lógica, e suas emoções se desnudam de todo o sentimento. De repente, uma armadilha se abre sob seus pés, e ela cai através de um espaço infinito, uma descida sem direção ou sentido, onde a gravidade perde o nome e o propósito.


O Redemoinho da Alma

No centro desse abismo existencial, sua alma se torna um redemoinho negro, uma loucura que gira sem parar no vácuo. Assim como um turbilhão furioso que as águas do mar, suas profundezas rodam em torno de um nada absoluto. Nesse oceano tumultuado, flutuam fragmentos da existência que ela testemunhou: casas e rostos, livros e caixas, pedaços de músicas e ecos de vozes, todos capturados em um remoinho sinistro e sem fundo. Eis que o vazio é o lugar onde a fantasia sombria e o existencialismo se entrelaçam.


A Verdade Melancólica

E ali, no epicentro desse caos, ela reconhece sua própria essência. Não é mais do que um ponto fixo, o necessário centro ao redor do qual todo o universo parece girar. Afinal, a solidão se faz presente no abismo existencial de sua narrativa. Ela é o nada que sustenta a rotação, e sua existência se justifica apenas pela necessidade geométrica do abismo.

“Eu sou o centro que existe apenas porque todo o círculo precisa de um”, ela declara para o nada. De fato, é uma proclamação solene ao vazio que ressoa com a verdade melancólica de sua condição.


A Estranha Paz

Neste cosmos de desolação e beleza sombria, a personagem encontra uma estranha paz na aceitação de sua própria centralidade efêmera. Ela é tanto a criadora quanto a criatura de seu universo despedaçado. Dessa forma, ela tece a trama de um conto que talvez nunca venha a ser contado. Ainda assim, ela resplandece brevemente na escuridão antes de se dissolver no esquecimento, revelando a melancolia que acompanha sua jornada através desse eterno crepúsculo.

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